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Aglomeração
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A membrana e o atravessamento
O encontro com um atlas anatômico do
século XIX introduz uma nova dimensão ao
trabalho: a ideia de membrana.
Nas Aglomerações, a corda passa a emergir
perfurando a tela como uma pele e os fios
deixam de se expandir livremente e passam
a respeitar uma forma predefinida que limita sua expansão. Surge então uma distinção entre interior e exterior.
Diferente das Impregnações, aqui a
sobreposição é permitida. O trabalho se torna mais denso, mais orgánico,
aproximando-se de formações biológicas.
A lógica matemática não desaparece, mas
se complexifica.
A obra passa a lidar com a ideia de contenção: até onde algo pode crescer?
O que define o limite de um sistema?
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