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Imanência
Singularidade de uma vida
Na série Imanência, o trabalho evidencia
pela cor uma única trama dentro de um
campo de imanência homogêneo.
Esse procedimento dá visibilidade a uma
existência singular. A trama colorida não
representa um elemento entre outros, mas
um percurso que pode ser acompanhado
do início ao fim — uma “vida”, no sentido
proposto por Gilles Deleuze: algo que s. se
conhece plenamente a partir de sua própria
duração.
Diferente da série Clusters, em que
diferentes grupos são distinguidos por cores
e a atenção se distribui entre eles, aqui a cor
concentra a leitura em uma única presença.
O que se evidencia não é o conjunto, mas
a experiência de uma existência singular
dentro de um campo comum.
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