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Labirinto Espelho
Na série Labirintos, a artista tensiona o uso da geometria ao criar uma espécie de perspectiva quase clássica, que parece convergir a uma centralidade.
No entanto, esse centro é instável e o resultado não é uma representação fiel de um espaço existente, mas uma construção que combina diferentes pontos de vista, uns dentro dos outros, criando uma imagem ampla e profunda.
Nesse desdobramento da série Espelhos, o perspectiva ganha uma janela em outra cor ao fundo da perspectiva, que reflete como um espelho toda a realidade virtual já criada na tela, ela reorganiza a percepção, criando uma dobra virtual onde o espaço representado e o espaço refletido coexistem.

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